12/03/2026

Representantes do IDL se reúnem com vice-prefeito de Curitiba para discutir proposta de fiscalização das eleições de 2026

 

Na manhã desta quinta-feira, representantes do Instituto Democracia e Liberdade (IDL) participaram de uma reunião com o vice-prefeito de Curitiba, Paulo Martins, para tratar de uma proposta voltada à fiscalização e auditoria do processo eleitoral brasileiro nas eleições de 2026.

O encontro contou com a presença de Helio Bampi, Airton Hack e Nilso Sguarezi, representantes do IDL, além do empresário Rui Gutierrez, integrante ativo da Comunidade Lei Maior.

A conversa teve como foco apresentar uma iniciativa da Comunidade Lei Maior, que definiu como prioridade a preparação para o processo eleitoral de 2026. O grupo vem mobilizando esforços para dialogar com parlamentares e dirigentes partidários sobre a implementação de um programa estruturado de fiscalização e auditoria das eleições.

Segundo os participantes, o objetivo é agendar novas reuniões com lideranças políticas para discutir uma proposição técnica que prevê mecanismos de acompanhamento do processo eleitoral em diferentes etapas, antes, durante e após o pleito.

Segundo Hélio Bampi, a proposta está alinhada à legislação eleitoral vigente e traz diretrizes para que partidos políticos atuem de forma coordenada na fiscalização do processo eleitoral. “A iniciativa se baseia em dois fundamentos principais, sendo o primeiro jurídico e amparado pela Lei nº 9.504/1997, que prevê que partidos políticos e federações partidárias podem fiscalizar todas as fases do processo de votação e apuração, incluindo o processamento eletrônico da totalização dos votos”, explica. O segundo fundamento é técnico-institucional e tem como base apontamentos do Tribunal de Contas da União.

A proposta apresentada prevê a criação de um programa de auditoria que envolva partidos políticos de diferentes correntes ideológicas. A intenção, segundo os organizadores, é construir uma coalizão multipartidária para acompanhar tecnicamente todo o processo eleitoral. “O foco é produzir evidências e relatórios técnicos que contribuam para aumentar a confiança no processo eleitoral, antecipando possíveis problemas e avaliando riscos que possam afetar o funcionamento do sistema”, conclui Airton Hack.

 

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